Chegamos ao mês de março com enorme desrespeito à luta das mulheres. Por ser o mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, inúmeras proposições poderiam ser votadas para abrir estes dias com conquistas há muito cobradas por nós, mas a realidade não é essa. Segue o fio:
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1. Temos o piso salarial para a Enfermagem. Aprová-lo é valorizar a categoria e reconhecer que Saúde não se faz apenas com hospitais e postos de Saúde, mas também com gente qualificada e em condições de enfrentar as duras condições impostas, especialmente nos últimos anos.
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2. Também tramitam projetos em reconhecimento ao cuidado materno. Sou autora de um deles e proponho que as mulheres com 62 anos ou mais, com filhos ou equiparados, possam se aposentar mediante o parcelamento das contribuições que faltam para atingir a carência de 15 anos.
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3. Avançamos quando aprovamos a lei de minha autoria que garante prioridade de acesso nas UTIs às grávidas e puérperas, mas, lamentavelmente, a maioria da Câmara, em contrapartida, decidiu pela volta das gestantes ao trabalho presencial após a vacinação contra o coronavírus.
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4. Há, nessa decisão, uma brecha para o retorno sem elas estarem imunizadas. O que queremos é protegê-las e o projeto vai na contramão deste objetivo. Já são mais de duas mil mortes maternas exclusivamente relacionadas à pandemia, um recorde mundial que ostentamos com vergonha.
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5. O que vemos, neste início de mês, é que não faltam bons projetos, mas houve (e há) a opção do governo e de sua base por retirar um direito apenas recentemente conquistado. Por enquanto, nada a comemorar, apenas para lamentar e se indignar. Sigamos juntas, atentas e fortes.
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É vdd deputada !!! a senhora poderia perguntar para as mulheres Ucranianas se o Céu Ucraniano "StaLindo", pergunta lá rapidão e depois tuita aqui ...
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